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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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OS MURAIS QUE ALERTAM PARA O PROBLEMA DO COLAPSO DAS COLÓNIAS DE ABELHAS

Mäyjo, 30.11.16

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Louis Masai Michel é um artista urbano que pinta murais para alertar para o problema do colapso mundial das colónias de abelhas. A morar em Londres, Masai Michel começou a pintar paredes com imagens alusivas ao distúrbio do colapso das colónias de abelhas no último ano um pouco por toda a capital inglesa.

 

O artista transformou o que começaram por ser intervenções artísticas pontuais num projecto de conservação da espécie: #SavetheBees. Com a ajuda de Jim Vision, outro artista, Masai Michel intensificou as suas intervenções artísticas e começou a pintar abelhas de todos os tamanhos, desde abelhas meticulosamente detalhadas a enxames. Juntamente com as abelhas, Masai Michel escreve frases que alertam para os perigos de permitir que as populações de abelhas diminuam drasticamente e acabem por se extinguir.

A popularidade crescente das suas intervenções permitiu já a Masai Michel levar as suas abelhas a outras cidades britânicas bem como norte-americanas e europeias.

Veja algumas das intervenções de Louis Masai Michel.

 

Um centro comunitário construído com 40.000 garrafas

Mäyjo, 29.11.16

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No bairro de Cazucá, na capital colombiana, Bogotá, foi construído um centro comunitário a partir de mais de 40.000 garrafas de plástico recicladas. Construído pela Fundação Nukanti, o centro oferece espaço para várias actividades que facilitam a inserção social de grupos vulneráveis, como as mulheres, crianças e jovens afectados pela pobreza extrema, conflitos e violência.

 

A comunidade de Cazucá alberga cerca de 70.000 pessoas e é conhecida pela pobreza extrema e acessos deficitários aos serviços públicos. De maneira a minimizar estes problemas, a Fundação Nukanti, em parceria com a Green Hope da Colômbia e a Stakey Hearing Foundation, construiu este centro que não só oferece um espaço seguro para as crianças, mulheres e jovens com problemas como também educa a comunidade para as técnicas de construção sustentáveis.

A construção do centro demorou cerca de dois anos e recorreu a mão-de-obra local. Há ainda painéis solares que gerem electricidade para o centro.

 

CIENTISTAS CRIAM PLÁSTICO CAPAZ DE SE REGENERAR

Mäyjo, 28.11.16

Cientistas criam plástico capaz de se regenerar

Todos conhecemos o que os perigos do plástico e a sua incapacidade de desaparecer rapidamente da terra – cerca de 450 anos, estima-se -, mas um grupo de investigadores dos Estados Unidos está a trabalhar num método de regenerar este material.

 

Inspirado no sistema circulatório dos animais, este novo tipo de plástico consegue preencher grandes rachas e buracos, fazendo crescer para corrigir estas falhas. O estudo, que foi publicado na revista Science, avança que a existência deste tipo de materiais capazes de se autorreparar será um avanço não só para os bens comerciais – este plástico seria ideal para um para-choques de um carro, por exemplo – ou para produtos de difícil conserto ou substituição.

“Desenvolvemos um sistema de reparação num material sintético, ou seja, não vivo, de forma semelhante ao que vemos em algumas espécies”, explicou Jeffry Moore, um dos investigadores.

Este plástico foi buscar a sua inspiração ao sistema circulatório dos animais. “O sistema vascular permite o transporte de uma grande quantidade de agentes curadores. Mas ele também permite múltiplas reparações, caso a superfície sofra danos várias vezes”, confessou Nancy Sottos, professora de engenharia de materiais da Universidade de Illinois, que investigou o novo material.

Os materiais que permitem esta regeneração circulam por dois capilares – vasos sanguíneos mais finos – paralelos. Quando o dano ocorre, os líquidos de cada capilar espalham-se e misturam-se, formando um gel que preenche as rachas ou buracos no material, endurecendo logo após este processo.

A equipa testou a regeneração nos dois tipos de plásticos mais usados comercialmente: termoplásticos – que podem ser moldados a temperaturas elevadas – e termofixos – cuja rigidez não se altera com a temperatura.

Os investigadores conseguiram controlar a velocidade da formação do gel e do seu endurecimento, dependendo do tipo de dano que a superfície apresenta. Um furo causado por uma bala, por exemplo, provoca diversas rachas à volta. Neste caso, a reacção pode ser desacelerada, para que o gel tenha tempo de penetrar em todas as rachas antes de endurecer.

Foto: via Creative Commons

REDUZIR O DESPERDÍCIO: TERÁ O “USAR E DEITAR FORA” OS DIAS CONTADOS?

Mäyjo, 27.11.16

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Em média cada europeu consome 16 toneladas de material por ano, sendo que mais de 37% desta quantidade acaba por se transformar em resíduos. Uma das causas que pode explicar estes números é o habito de “usar e deitar fora”, que devemos tentar evitar ao máximo.

 

Como forma de reduzir este enorme desperdício, alguns critérios devem ser tidos em conta na altura em que compramos algo. Por exemplo, perceber se o produto vem com um manual de reparação; se pode ser desmontado facilmente ou se, pelo contrário, tem algumas partes coladas, soldadas ou que necessitam de ferramentas pouco comuns para a sua reparação.

Ao comprarmos um produto que tem bateria, devemos igualmente tentar perceber se a bateria de substituição é acessível e de fácil substituição.

Assim na próxima vez que for às compras, tente perceber se o produto que está a adquirir é facilmente reparável. Uma preciosa ajuda para o meio ambiente, que fará com que poupe muito dinheiro no futuro.

O Minuto Verde é uma rubrica produzida pela Quercus e emitida aos dias úteis na RTP.

 

O Palais Ideal de um carteiro francês

Mäyjo, 26.11.16

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